sábado, 11 de julho de 2015

NÍNIVE CAPITAL DO IMPÉRIO ASSIRIO

Irmãos, quando buscamos no Espirito Santos de Deus uma Palavra, não devemos consultar nos dicionários geográficos sobre certas localidades da Historia Antiga no Velho Testamento, se isso acontecer fica difícil se situar ao conteúdo do texto. Exemplo abaixo como a cidade de Nínive, hoje politicamente é chamada MOÇUL,ou Mossul Iraque, sabemos que é uma região de grandes conflitos que desanima a leitura atualmente a quem busca a paz de espirito. A Bíblia depois de organizada em 1227 a 1551 pelo impressor parisiense Roberto Stephanus, ambas as citações tinham por objetivo facilitar a consulta e as citações bíblicas foram aceitas por todos, inclusive os judeus. Devemos saber que a primeira Bíblia foi impresso no mundo após a invenção do prelo (impressora como Gutemberg) em 1452 em Mainz, na Alemanha. A divisão por capitulo feita pelo professor universitário Stephan Iangton, em 1227 que depois veio a ser bispo de Cantuária, a tradução foi feita a partir da vulgata latina e iniciou-se com D. Diniz (1279-1325). Quanto o conhecimento em língua portuguesa impressa só a partir de 1748. Vamos explanar como ela estar pois conta a história daquela época e não podemos mudar nomes nem lugares quanto ao tratamento da Palavra de Deus. 


A capital do império Assírio, edificada por Ninrode (Gn 10.11). É mencionada no tempo de Hamurabi esta cidade, como sendo a sede do culto de istar. Em 2 Rs 19.36 e em is 37.37 é ela, pela primeira vez, claramente indicada, como residência do monarca da Assíria. Senaqueribe reedificou-a, e foi morto ali quando estava em adoração no templo de Nisroque, seu deus. A biblioteca, que Assurbani-pal ali formou, tem sido a grande fonte dos nossos conhecimentos com respeito aos assuntos da Assíria e Babilônia. Nos dias do profeta Jonas era aquela capital ‘uma cidade mui importante,... e de três dias para percorrê-la’ (Jn 1.2 - 3.3), talvez em circunferência. A sua população estava calculada em 600.000 pessoas. Não vamos imaginar que todo o espaço dentro das suas muralhas estava coberto de edifícios, pois continha grandes parques, extensos campos, e casas isoladas, como em Babilônia. 

A ameaça de ser destruída a cidade de Nínive, dentro de três dias, foi suspensa em virtude do arrependimento e humilhação dos habitantes, desde o mais elevado ao mais humilde. A suspensão dessa calamidade foi por quase 200 anos, após os quais ‘a iniqüidade se manifestou na sua maior força’ - e então foi a profecia literalmente cumprida pela ação combinada dos medos e babilônios (606 a.C.). os escritores gregos e romanos dizem que o último rei, a quem chamam Sardanápalo, era levado a resistir aos seus inimigos em conseqüência de uma antiga profecia, - que nunca Nínive seria tomada de assalto enquanto o rio não se tornasse seu inimigo. 

Mas uma repentina inundação, que derrubou vinte estádios da muralha no seu comprimento, convenceu-o de que a palavra do oráculo se estava cumprindo, e então buscou a morte ao mesmo tempo que destruía os seus tesouros. Entrando o inimigo pela brecha, foi a cidade saqueada e arrasada. o profeta Naum tinha anunciado a destruição de Nínive: ‘As comportas do rio se abrem, e o palácio é destruído.’ ‘Com inundação transbordante acabará de uma vez com o lugar desta cidade’ (Na 1.8,9 - 2.6). o historiador Diodoro descreveu os fatos de tal modo que se torna claro que as predições do profeta foram literalmente cumpridas. Conta ele que o rei da Assíria, ensoberbecido com as suas vitórias, e na ignorância da revolta dos bactrianos, tinha determinado que houvesse uns dias de festa, nos quais devia ser dado aos seus soldados abundância de vinho. o comandante dos invasores, tendo sido informado deste estado de coisas pelos desertores do exército da Assíria, tratou logo de efetuar o ataque, derrotando e pondo em debandada o inimigo.

 Deste modo tornaram-se verídicas as palavras do profeta: ‘Porque, ainda que eles se entrelaçam como os espinhos, e se saturam de vinho como bêbados, serão inteiramente consumidos como palha seca’ (Na 1.10). o profeta prometeu grande despojo ao inimigo: ‘Saqueai a prata, saqueai o ouro, porque não se acabam os tesouros - há abastança de todo objeto desejável’ (Na 2.9). E afirma o historiador que muitos talentos de ouro e prata, preservados do fogo, foram levados para Ecbátana. Segundo se lê em Na 3.15, a cidade não somente havia de ser destruída por uma grande inundação, mas também o fogo a havia de consumir - e na verdade, como refere Diodoro, ela foi destruída parte pela água e parte pelo fogo. A completa e perpétua destruição de Nínive e a sua desolação foram profetizadas: o Senhor ‘acabará de uma vez com o lugar desta cidade - não se levantará por duas vezes a angústia.

 Ah! Vacuidade, desolação, ruína!’ (Na 1.8, 9 - 2.10 - 3.17 a 19). A mais viva pintura da sua triste condição é a que nos dá o profeta Sofonias (2.13 a 15). os canais que tinham fertilizado a terra estão agora secos. A não ser no período das chuvas em que os campos aparecem verdes, tanto o sítio da cidade, como os lugares em volta, constituem um deserto de cor amarela. Podem ver-se rebanhos de ovelhas e manadas de camelos, procurando escassas pastagens naquelas áridas terras. ouve-se o crocitar do corvo marinho, vindo essa voz dos insalubres pântanos e dos regatos cheios de canas. As abandonadas salas dos seus palácios são agora habitadas pelas feras e outros animais, como a hiena, o lobo, a raposa, e o chacal.
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Escola Bíblica Dominical: Cidade de Nínive, atual Mosul, no estado de Ninawa do Iraque

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