segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

POR QUE O JEJUM

 

 POR QUE O JEJUM

Escritura não ordena que os cristãos jejuem. Não é algo que Deus peça ou exija dos cristãos. Ao mesmo tempo, a Bíblia apresenta o jejum como algo bom, lucrativo e esperado. O Livro de Atos registra os crentes jejuando antes de tomarem importantes decisões (Atos 13:4; 14:23). Jejum e oração freqüentemente andam juntos (Lucas 2:37; 5:33). Muito freqüentemente, o foco do jejum é a falta de comida. Mas ao invés disto, o propósito do jejum deveria ser desviar seus olhos das coisas deste mundo, e então direcionar sua mente a Deus. Jejuar é uma maneira de demonstrar a Deus e a você mesmo que você leva a sério seu relacionamento com Ele. Jejuar ajuda você a ganhar nova perspectiva e uma renovada confiança em Deus.
Apesar de o jejum nas Escrituras estar quase sempre relacionado à comida, há outras maneiras de jejuar. Tudo que você pode abrir mão temporariamente para que melhor se concentre em Deus pode ser considerado um jejum (I Coríntios 7:1-5). O jejum deve ser limitado a um determinado período de tempo, principalmente quando o jejum é de alimento. Longos períodos sem comer fazem mal ao corpo. O jejum não é para punir a carne, mas para que se concentre em Deus. O jejum também não deve ser considerado como um “método de dieta”. Não jejue para perder peso, mas para ter um relacionamento mais profundo com Deus. Sim, todos podem jejuar. Alguns podem não conseguir jejuar de comida (os diabéticos, por exemplo), mas todos podem, temporariamente, abrir mão de algo para se concentrar em Deus.
Desviando nossos olhos das coisas deste mundo, podemos melhor voltá-los para Cristo. Jejuar não é uma maneira de conseguir de Deus o que queremos. O jejum muda a nós, não a Deus. Jejuar não é uma maneira de parecermos mais espirituais do que os outros. Jejuar é algo a ser feito em espírito de humildade e atitude alegre. Mateus 6:16-18 declara: “E, quando jejuardes, não vos mostreis contristados como os hipócritas; porque desfiguram os seus rostos, para que aos homens pareça que jejuam. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Tu, porém, quando jejuares, unge a tua cabeça, e lava o teu rosto, Para não pareceres aos homens que jejuas, mas a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.”
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AS CELULAS DO NEONAZISMO NO BRASIL

 

AS CELULAS DO NEONAZISMO NO BRASIL

 fonte: Sabrina Brito e Veja.

Publicado: 3 de agosto de 2021 em Sem categoria

Um século após ascensão de Hitler, neonazismo se espalha pelo Brasil Antropóloga especialista em neonazismo fala a VEJA sobre crescimento do movimento no Brasil e no mundo — e o que pode superá-lo Por Sabrina Brito 29 jul 2021, 23h53 – Publicado em 29 jul 2021, 21h15 Há exatamente cem anos, Adolf Hitler tornava-se líder do Partido Nazista da Alemanha. Dezoito anos depois disso, eclodiria o maior combate militar já vivenciado pela humanidade: a Segunda Guerra Mundial.  VEJA conversou com Adriana Dias, doutora em antropologia social pela Universidade Estadual de Campinas, para entender o atual estado da propagação de ideais hitleristas pelo Brasil e pelo mundo. Na última quarta-feira, a especialista revelou ao Intercept Brasil a descoberta de uma carta de autoria do presidente Jair Bolsonaro publicada em sites neonazistas brasileiros em 2004 — notícia que, segundo ela, teria causado muito mais comoção se tivesse sido divulgada em qualquer outro lugar do planeta. O movimento neonazista teve início logo após o final da Segunda Guerra Mundial, encontrando especial sucesso na Alemanha, no leste europeu e nos Estados Unidos. A atividade desses grupos ganhou força nos anos 1960, quando a luta por direitos civis se intensificou pelo mundo. O próximo boom do movimento veio duas décadas depois, com o desenvolvimento da ideia de que grupos neonazistas poderiam destruir o então governo norte-americano e substituí-lo por um Estado branco. “No Brasil, o neonazismo não foi gigantesco, embora tenha sido muito profícuo em alguns lugares, como Petrópolis e Blumenau”, explica Adriana Dias. Segundo a antropóloga, mesmo que o Partido Nazista brasileiro tenha sido proibido por lei, isso não significa que seus adeptos imediatamente deixaram de acreditar em suas máximas. “A desnazificação é um processo lento, baseado na educação”, afirma. Nessas regiões, a tradução de textos hitleristas do alemão, do espanhol e do inglês tornou-se comum há algumas décadas, com a mistura de alguns ideais de diferentes literaturas. Aos poucos, formaram-se os primeiros grupos neonazistas brasileiros. Continua após a publicidade “Quando comecei a pesquisar o tema, em 2002, encontrei células neonazistas muito pequenas, pontuais, ainda que cerca de 200 mil pessoas acessassem textos hitleristas no país”, conta Adriana. “Hoje, há 530 dessas células, que têm crescido desde então.” No final dos anos 2000, relata a antropóloga, algumas dessas células haviam perdido seus líderes e ficaram submersas, distanciando-se e até desmontando-se. A partir de 2011, contudo, Jair Bolsonaro começava a aparecer no cenário político nacional, e a parte discriminatória de seus discursos provou-se suficientemente forte para fazer alguns grupos neonazistas se manifestarem pública e socialmente de modo violento. “Percebemos que as falas de Bolsonaro ecoavam de forma agressiva em neonazistas, fazendo com que as células chamassem a atenção de mais pessoas e crescessem”, explica Adriana Dias. “Por isso, temos hoje um quadro preocupante no Brasil.” Para a especialista, o recente crescimento de ideais hitleristas pelo planeta é resultado de problemas mal resolvidos do século XX. “Por enquanto, estamos muito semelhantes à década de 1920, com a popularização de movimentos totalitários que usam o medo do comunismo como ferramenta para assustar a população”, diz. De acordo com ela, esses grupos neonazistas estão reaparecendo porque não lidamos totalmente com as questões do racismo, do capacitismo, do machismo e da homofobia, que permanecem polêmicas. “Enquanto nós, como elementos de uma sociedade que se diz civilizada, continuarmos hierarquizando seres humanos — homens acima de mulheres, brancos acima de negros, heterossexuais acima de LGBTs –, essa questão não será resolvida.” MAIS LIDAS saiba mais em https://anchor.fm/pr-valdeci-fidelis7

A MISSÃO DE JOÃO BATISTA

 A MISSÃO DE JOÃO BATISTA

Deus separou o povo judeu para escrever uma história de demonstração. Durante cerca de dois mil anos, a experiência esteve em andamento. Chegou, no entanto, a experiência de um momento em que a tese divina estava demonstrada e ninguém cumpriu a lei.  A salvação, como realmente Deus havia anunciado ao seu povo escolhido separados.

A salvação viria anunciada por Deus na pessoa de Jesus Cristo, não havia outro caminho; más durante os dois mil anos, o povo judeu imbui-se da ideia de que só eles eram salvos, e o eram por cumprirem a lei.   Eles desviaram-se da verdadeira mensagem bíblica, e até rejeitaram Cristo, até hoje como vemos na historicidade de Jesus; os judaizantes rejeitaram Cristo, (o Cristo que veio ao mundo) por não entenderem a mensagem do Antigo Testamento. Antes Cristo mesmo anunciar a boa nova, no sentido que a salvação vem pela graça e não pela lei, a salvação vem de graça pela graça e na boa nova, era necessário avisar o povo judeu que a demonstração chegara a seu fim.

Daquele momento em diante, o judeu não estava mais destacado para a experiência, no sentido de ter de cumprir a lei. A experiência já havia acabado isso queria dizer que não havia mais diferença entre judeu e não judeu, como o apóstolo Paulo ensina quando fala das diferenças entre livres e escravos; até aquele momento, o judeu se destacava porque realizava uma demonstração conforme o pacto feito com Abraão. Mas o pacto terminava ali. Se os judeus continuaram sendo um povo. Até certo ponto, protegido de Deus, é porque eles serviram para a experiência desejada, e porque o povo é um símbolo dentro da história da humanidade.

Entrando no assunto da missão de João Batista que tinha a missão de avisar o povo judeu a esse fato, isto é, de que a demonstração havia terminado e que, a partir daquele momento em diante, eles mesmos, os judeus, à semelhança de todos os demais povos do mundo necessitavam também do arrependimento. A idéia da circuncisão, bem como a da não necessidade de arrependimento, estava muito arraigada na mente dos povos judeus. Não seria possível colocar a nova idéia sem tirar de lá a primeira, como pensar nisso? Será impossível construir um prédio onde já existe outro, temos a necessidade de destruir o primeiro prédio, é derrubar o existente ali.

Vamos usar mais uma vez uma ilustração: Imaginemos uma porção de terra onde determinada semente deva ser semeada. Por uma questão de experiência, parte dessa porção de terra já esteja plantada com lindas árvores frutíferas. Chegando o momento de plantar a semente que irá produzir frutos, que é preciso fazer? Primeiramente arrancar do terreno a plantação já existente.

Essa porção de terra que estamos falando, é a porção de terra onde a semente plantada era o povo judeu, cujos corações e mentes estavam impregnados da idéia do cumprimento da lei. Assim sendo, para semear pela a outra semente, a semente da graça de Jesus Cristo, era necessário arrancar da mente dos judeus á idéia inicial. Eis a missão de João Batista veio pregar aos judeus, veio avisar o seu povo de que a demonstração feita através do pacto tinha chegado ao seu fim. Os judeus deixavam de ser aquele povo, onde muitos dizem que gostariam de ter esse privilegio de ser judeu, mas a Missão de João Batista foi para avisar que os povos judeus deixavam de ser aquele povo privilegiado, pois não eram mais separados para esse fim.

O judeu devia aceitar e não rejeitar tal fato, e, consequentemente, aceitar a necessidade do arrependimento e do novo nascimento que seria produzido através do Espírito Santo. João Batista no cumprimento de sua missão não podia batizar, isto é, batizar no batismo cristão, batismo no Espírito Santo, Somente Jesus Cristo o Filho de Deus, poderia fazê-lo. Este fato está exemplificado na descida de uma pomba sobre Jesus quando este foi batizado na água. Jesus poderia e deveria autorizar credenciar os discípulos no sentido de que estes fossem acompanhados pelo batismo no Espírito Santo, más esse credenciamento só poderia ser feito depois da morte de Cristo e consequentemente depois da ressurreição E foi assim que Cristo fez.

             PARTE 02

Faz dois mil anos que Jesus veio e isso aconteceu. Quando Cristo voltar, ele voltará com aquele mesmo corpo com o qual ressuscitou; voltará com tipo de corpo, jamais perecerá. Paulo o apóstolo de Cristo, mostra que esse fenômeno, teve inicio com Cristo, Ele foi o primeiro a ressuscitar nesse sentido. Em Atos dos Apóstolos 1.9-11, vemos que Jesus subia ao céu, depois de ressurreto.

Os discípulos ficaram admirados. Então eles viram dois anjos que apareceram e disseram: “Varões galileus, por que estais olhando para o céu? Esse Jesus que entre vos foi recebido no céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir”. È de se notar que há diferença entre o cristão ressurreto e o anterior. O ressurreto é aquele que voltou à vida; que ressuscitou; ressurreto, ressuscitado, aquele que ressurgiu; reviveu, é o renascido, e isso ate agora só Cristo ressuscitou depois da morte.

Veremos os sinais dos cravos nas mãos continuaram em Jesus Cristo porque isso mostra a nós a esperança  da redenção, aqueles sinais anunciam-vos conservá-los junto de Deus porque ele morreu na cruz. Notamos que Maria Madalena foi no sepulcro no domingo de manhã, Jesus e Jesus já tinha ressuscitado, João 20.11 em diante; ela viu Jesus, ai sim ela viu o Jesus ressurreto mas, de repente, não reconheceu, nem mesmo quando Jesus lhe pergunto:”Mulher, por que choras?” Maria Madalena tinha vivido ao lado de Jesus por longo tempo” mas não o reconheceu.

Em Lucas 24.13, fala dos os dois discípulos: E eis que no mesmo dia iam dois deles (um deles era Cleopas, marido de Maria, a irmã da Mãe de Jesus [Jo 19.25] não nos diz quem era o outro homem; muitos eruditos antigos sustentam que era Lucas mesmo, e, além disso, dizem que ele era um dos setenta, e o motivo pela qual não se mencionou a si mesmo foi porque ele era quem descreveu este relato) iam para uma aldeia, que distava 11 quilômetros de Jerusalém (ou seja, sete milhas) cujo nome era Emaús. E Jesus apareceu a eles, e caminhou com eles, más os dois varões não o reconheceram, embora estivessem visto  muitas vezes antes da ressurreição. Chegaram a pousar lá, sem o reconhecer. Paulo frisando no capítulo 1º Coríntios que, a semelhança de Cristo nós também vamos receber outro corpo e ressuscitar com outro corpo incorruptível.

O problema é da incapacidade do homem e não da capacidade de Deus Vivo em realizar o que ele planejou para a humanidade.

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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

DAVI PERSEGUIDO POR SAUL DOCUMENTÁRIO N°372

 DAVI PERSEGUIDO POR SAUL DOCUMENTÁRIO N°372 Enciclopédia Ilustrada

O vencedor de Golias entusiasmara o povo de Israel, e as mulheres, nas cidades e nas aldeias, cantavam: “Saul matou mil e Davi dez mil”. Quando Saul soube de tais palavras, foi picado pela inveja e começou a odiar Davi, procurando um meio ou um pretexto para elimina-lo. Davi, que ignorava os sentimentos do soberano, estava-lhe sempre perto, para alegrara-lo como todos sabem Davi tocava Harpa para agradar o rei Saul, Saul tratou de aproveitar.

Fora de si pela inveja, atirou contra Davi uma lança, mas o golpe falhou, porque o jovem o evitou prontamente. Saul, então, decidiu empregar astúcia e limitar-se a afasta-lo definitivamente, confiando-lhe o comando de mil homens. Durante um certo tempo, Davi assumiu o encargo que lhe fora confiado; em todos os encontros saía vitorioso e Saul odiava-o sempre mais e cogitava de armar-lhe outra emboscada. Chamou, então, Davi e disse-lhe:

Vou dar-lhe por esposa Merab, minha filha mais velha; sob a condição de que você se empenhe nas guerras do Senhor. (era costume dar-lhe a filha em casamento seguindo a hierarquia da época). Mas entre si pensava: “Assim, não precisarei mata-lo eu, mas o matarão os Filisteus” apesar da vitória sobre Golias e embora em todo Israel se festejassem sua glória e seu valor, Davi permanecera esquivo e modesto “evitando contato e a convivência” como quando era pastor. Espantado, perguntou aos mensageiros do Rei: Quem sou eu para ter o privilegio de tornar-me genro do Rei?

Saul confirmou-lhe a promessa, convicto de que daquelas batalhas Davi não retornaria vivo e, nesse interim, resolveu dar Merab em esposa a Adriel Molatpita. A filha mais nova de Saul, Micol, amava Davi; quando o pai o soube ficou satisfeito, porque poderia substituir Merab por Micol e pretender que Davi combatesse os Filisteus. Novamente, mandou-lhe recado: - Tornar-te-ás meu genro, se me trouxeres cem pedaços de carne arrancados de igual número de Filisteus.

Davi partiu com seus homens, matou duzentos Filisteus, e trouxe um pedaço de carne de cada um ao Rei (Saul), que não pôde eximir-se de dar-lhe Micol em casamento. Mas o ódio de Saul pelo genro não diminuiu, e sempre esperou que os Filisteus o desembaraçassem do homem a quem odiava. Mas Deus protegia sempre Davi, e toda vez que os príncipes lutavam contra Davi, este os derrotava apesar de todas as dificuldades.

Então, Saul engendrou outro plano para eliminar o homem a quem todo o povo amava e admirava: chamou o seu filho Jônatas, e encarregou-o de matar Davi o cunhado. Para o bem de Davi, Jônatas, a ele ligado por profundo afeto, fingiu concordar com o desejo paterno, mas, ao invés, preveniu Davi, sugerindo-lhe que se refugiasse em algum lugar secreto, aonde iria ter com ele, caso conseguisse convencer o pai a perseguir o moço e a reconhece-lo como salvador de Israel.